juventude negra, segurança pública, violência

“Eu mandei ele limpinho pra escola, ele voltou alvejado. Quando tiver um ato desse eu vou estar junto”

Texto: Rithyele Dantas

Nesta quinta-feira, na Cinelândia, centro do Rio, centenas de pessoas se concentraram para seguir ao Tribunal de Justiça, Assembleia Legislativa e a Igreja da Candelária gritando pelo óbvio, gritando por um direito básico e universal: o de viver.

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