eleições 2018, política, segurança pública

#EleNão na favela também: favelados reagem contra a ameaça Bolsonaro

Por Rithyele Dantas para RioOnWatch

O Brasil está entre os 30 países que mais possuem porte de armas de fogo no mundo–isso só contando as armas legais. O Brasil, portanto, já é um país armado. Quem é da favela sabe disso. E sabe também que esta situação não tem nos levado a qualquer condição de paz. Segundo dados recém publicados da Pesquisa Global de Mortalidade por Armas de Fogo, o Brasil é o país com mais mortos por armas de fogo. Tem uma taxa de homicídio por armas de fogo maior, inclusive, que os Estados Unidos, que é o país onde mais pessoas têm o porte.

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black lives matter, juventude negra, Mulheres negras e tecnologia, Negritude, segurança pública, violência

Black July 2018 Begins with ‘Candelária Never Again!’ Demonstration

Reportagem e fotos por Rithyele Dantas
Tradução para o inglês do RioOnWatch

25 Years After the Candelária Massacre, Little Has Changed

Twenty-five years ago, a great tragedy bloodily marked the history of Rio de Janeiro. In remembrance, dozens of human rights groups gathered on Monday, July 23 at the Nossa Senhora da Candelária Church in downtown Rio to collectively shout, “Candelária Never Again!”

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black lives matter, juventude negra, segurança pública, violência

#FavelaLivesMatter Protest in Rio: ‘I sent him clean to school, he returned covered in blood’

Translate: RioOnWatch click here
For the original article in Portuguese by Rithyele Dantas published by Jornalistas Pretas click here.

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Last Thursday, June 28, hundreds of people gathered in Cinelândia, downtown Rio, to march on the Court, Legislative Assembly, and Candelária Church, calling for the obvious: for the basic and universal right to life. Continue lendo

juventude negra, segurança pública, violência

“Eu mandei ele limpinho pra escola, ele voltou alvejado. Quando tiver um ato desse eu vou estar junto”

Texto: Rithyele Dantas

Nesta quinta-feira, na Cinelândia, centro do Rio, centenas de pessoas se concentraram para seguir ao Tribunal de Justiça, Assembleia Legislativa e a Igreja da Candelária gritando pelo óbvio, gritando por um direito básico e universal: o de viver.

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